Bruna da Silva Gobbi, de 18 anos, teve a perna esquerda amputada; câmeras gravaram ataque
Morreu em São Paulo, na noite desta segunda-feira (22), a jovem de
18 anos que foi atacada por um tubarão na praia de Boa Viagem, no Recife.
Câmeras de Segurança flagraram o momento do ataque.
Bruna da Silva
Gobbi estava nadando antes do ataque do tubarão. Os bombeiros chegaram
rapidamente para resgatar a vítima. Ela estava com uma prima e, segundo o Corpo
de Bombeiros, a família foi alertada sobre o risco de entrar na água.
De acordo com os
bombeiros, nessa época do ano, as chances de ataques aumentam devido a água
estar turva.
Um vídeo mostra o momento em que a
turista Bruna da Silva Gobbi, de 18 anos, foi atacada por um tubarão,
na tarde desta segunda-feira (22), na praia de Boa Viagem, em Recife (PE). A
vítima aparece sendo resgatada pelos salva-vidas.
A garota, que é
de São Paulo, aparece próxima da faixa de areia. Testemunhas disseram que ela
tomava banho com água na altura da cintura. Em outro momento, uma mancha vermelha
de sangue é vista no mar. Em pouco tempo, uma moto aquática dos bombeiros chega
até ela.
A turista foi
socorrida a um hospital e teve a perna esquerda amputada, na altura da coxa. A
cirurgia foi feita por volta das 15h, no Hospital da Restauração, na capital
pernambucana. Bruna permanecia internada em estado grave, na UTI (Unidade de
Terapia Intensiva). Ela respirava com ajuda de aparelhos e tomava remédios para
manter o coração funcionando. Ela morreu na noite desta segunda-feira.
Desde 1992,
foram registrados 59 casos de ataque de tubarão no litoral da capital
pernambucana e Grande Recife. Deste total, 24 banhistas morreram. Segundo o
Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões, em junho, foi
registrada uma morte em Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife.
O ataque
anterior havia acontecido em setembro, em Boa Viagem. As espécies cabeça-chata
e tubarão-tigre são as mais comuns na área. Em toda a extensão das Praias de
Boa Viagem e Piedade – em Jaboatão dos Guararapes –, há placas alertando para o
risco. Nesta área, aconteceram 70% dos ataques nos últimos 21 anos.
Assista ao vídeo:

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